Não entendo com algumas pessoas sentem falta do que não tiveram. Sofre faz parte do caminho, mas, viver um sofrimento imposto ou inventado por nós mesmos é muito louco. Chore, se descabele, faça um escândalo se preciso, sofra até a ultima gota, depois as lagrimas vão secar e se tá pronto, com cascões e marcar se te torna mais resistível e não cauterizado ou inabalável. Viva intensamente e com o olhar de Polyana, tudo tem um lado bom. E sorria sempre até quando as lagrimas reivindicarem esse espaço.
6.21.2011
6.17.2011
Receita Mavilhosa - Petit Gateau de Doce de Leite
ingredientes
Doce de leite
- 140 g de doce de leite
- leite em pó
Massa
- 100 g de chocolate meio amargo picado (1 xícara de chá)
- 80 g de manteiga (½ xícara de chá)
- 4 ovos
- ½ lata de leite condensado (¾ xícara de chá)
- 60 g de farinha de trigo (½ xícara de chá)
- cacau em pó para polvilhar
modo de preparo
Doce de leite
1°- Com uma colher pegue 7 porções de doce de leite e passe cada porção no leite em pó. Com as mãos pegue o doce de leite e modele formando bolinhas. Reserve.Massa
2°- Numa panela em banho-maria coloque 100 g de chocolate meio amargo picado e 80 g de manteiga e misture até derreter. Reserve.3°- Coloque numa tigela 4 ovos, ½ lata de leite condensado e 60 g de farinha de trigo e misture bem. Adicione o chocolate derretido (reservado acima) e bata bem.
4°- Em 7 forminhas redondas (7,5 cm de diâmetro e 5 cm de altura) untadas com manteiga e polvilhadas com cacau em pó coloque um pouco de massa deixando 0,5 cm da borda da fôrma. Em cada forminha coloque uma bolinha de doce de leite (reservado acima).
5°- Leve as forminhas ao forno alto pré-aquecido a 250°C por 9 minutos ou até a lateral do bolo estar assada e o centro ainda mole. Retire do forno, desenforme ainda quente e sirva em seguida.
6.16.2011
O Supérfluo e o Necessário
Uns querem um emprego melhor!
Outros, só um emprego...
Outros, só um emprego...
Uns querem uma refeição mais farta!
Outros, só uma refeição...
Uns querem uma vida mais amena!
Outros, apenas viver...
Uns querem pais mais esclarecidos!
Outros, ter pais...
Uns querem ter olhos claros!
Outros, enxergar...
Uns querem ter voz bonita!
Outros, falar...
Uns querem silêncio!
Outros, ouvir...
Uns querem sapato novo!
Outros, ter pés...
Uns querem um carro!
Outros, andar...
Uns querem o supérfluo!
Outros, apenas o necessário!
Chico Xavier
Vale à pena refletir.
O universo é complexo, dinâmico e interligado – interdependente. É por isso que o bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque - Teoria do Caos.
Por isso ações “individuais e independentes” não podem ser feita de maneira inconsequente. Toda ação gera uma reação e em um sistema complexo, o resultado dela, pode ser instável e catastrófico em alguma parte do globo de forma aleatória.
Um exemplo bem legal disso é o filme: Efeito Borboleta, cujo personagem principal tem o dom de viajar no tempo. Sendo assim ele tenta mudar alguns acontecimentos em sua vida, mas a cada mudança ocorrem desgraças piores, toda vez que ele tenta consertar alguma coisa ou ajudar alguém, ele estraga alguma coisa ou prejudica.
Avaliando bem o melhor exemplo disso é a reciclagem, algumas pessoas pensam: “é apenas a minha garrafa, jogada no lugar errado” e assim agem e quando vem uma chuva, se instala o caos, desabrigados e mortes.
Não que eu acredite em destino, nem nada dessas coisas, mas, o fato é que, se agimos de forma egoísta sempre, certamente de alguma forma prejudicaremos alguém. Cada ação no universo provoca uma reação em cadeia que afeta a todos.
Talvez certas catástrofes que acontecem em nossas vidas, mesmo quando fazemos tudo certo podem não ser realmente nossa culpa, mas sim uma reação a uma atitude impensada e egoísta de alguém. Vale à pena pensarmos não só em nossos umbigos, mas, no umbigo do vizinho às vezes.
Por isso é que eu digo: todo mundo devia ser um pouco filosofo e exigir um pouco mais de sua massa cinzenta pensando.
6.14.2011
Presente - EU SEI, MAS NÃO DEVIA
Eu sei que nos acostumamos. Mas não devíamos.
Acostumamo-nos a morar em apartamentos de fundos, e a não ter outra vista que não as janelas em redor.
E porque não temos vista, logo nos acostumamos a não olhar lá para fora.
E porque não olhamos lá para fora, logo nos acostumamos a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abrimos as cortinas logo nos acostumamos a acender cedo a luz.
E à medida que nos acostumamos, esquecemos o sol, esquecemos o ar, esquecemos a amplidão....
Acostumamo-nos a acordar de manhã sobressaltados porque está na hora.
A tomar o café a correr porque estamos atrasados.
A ler o jornal no ônibus porque não podemos perder o tempo da viagem.
A comer uma sanduíche porque não dá para almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A dormitar no ônibus porque estamos cansados.
A deitar cedo e dormir pesado sem termos vivido o dia.....
Acostumamo-nos a esperar o dia inteiro e ouvir ao telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem recebermos um sorriso de volta.
A sermos ignorados quando precisávamos tanto ser vistos.
Acostumamo-nos a pagar por tudo o que desejamos e o que necessitamos.
E a lutar, para ganhar o dinheiro com que pagar esses desejos e essas necessidades.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagaremos mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar....
Acostumamo-nos à poluição.
Às salas fechadas, de ar condicionado e cheiro a cigarro.
À luz artificial.
Ao choque que os olhos sofrem com luz natural.
Às bactérias na água potável.
Acostumamo-nos a coisas demais, para não sofrermos....
Em doses pequenas, tentando não perceber, vamos afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá....
Se a praia está contaminada, molhamos só os pés e suamos no resto do corpo.
Se o cinema está cheio, sentamo-nos na primeira fila e torcemos um pouco o pescoço.
Se o trabalho está difícil, consolamo-nos a pensar no fim-de-semana.
E se no fim-de-semana não há muito o que fazer, deitamo-nos cedo e ainda ficamos satisfeitos porque temos sempre o sono atrasado.
Acostumamo-nos para não nos ralarmos com a aspereza, para preservar a pele.
Acostumamo-nos para evitar feridas.
Acostumamo-nos para poupar a vida. Vida que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, e se perde de si mesma.
Acostumamo-nos a morar em apartamentos de fundos, e a não ter outra vista que não as janelas em redor.
E porque não temos vista, logo nos acostumamos a não olhar lá para fora.
E porque não olhamos lá para fora, logo nos acostumamos a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abrimos as cortinas logo nos acostumamos a acender cedo a luz.
E à medida que nos acostumamos, esquecemos o sol, esquecemos o ar, esquecemos a amplidão....
Acostumamo-nos a acordar de manhã sobressaltados porque está na hora.
A tomar o café a correr porque estamos atrasados.
A ler o jornal no ônibus porque não podemos perder o tempo da viagem.
A comer uma sanduíche porque não dá para almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A dormitar no ônibus porque estamos cansados.
A deitar cedo e dormir pesado sem termos vivido o dia.....
Acostumamo-nos a esperar o dia inteiro e ouvir ao telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem recebermos um sorriso de volta.
A sermos ignorados quando precisávamos tanto ser vistos.
Acostumamo-nos a pagar por tudo o que desejamos e o que necessitamos.
E a lutar, para ganhar o dinheiro com que pagar esses desejos e essas necessidades.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagaremos mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar....
Acostumamo-nos à poluição.
Às salas fechadas, de ar condicionado e cheiro a cigarro.
À luz artificial.
Ao choque que os olhos sofrem com luz natural.
Às bactérias na água potável.
Acostumamo-nos a coisas demais, para não sofrermos....
Em doses pequenas, tentando não perceber, vamos afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá....
Se a praia está contaminada, molhamos só os pés e suamos no resto do corpo.
Se o cinema está cheio, sentamo-nos na primeira fila e torcemos um pouco o pescoço.
Se o trabalho está difícil, consolamo-nos a pensar no fim-de-semana.
E se no fim-de-semana não há muito o que fazer, deitamo-nos cedo e ainda ficamos satisfeitos porque temos sempre o sono atrasado.
Acostumamo-nos para não nos ralarmos com a aspereza, para preservar a pele.
Acostumamo-nos para evitar feridas.
Acostumamo-nos para poupar a vida. Vida que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, e se perde de si mesma.
- Clarice Lispector
Não se acostume!
Acabo de ver uma matéria sobre a dificuldade em abrir determinadas embalagens de produtos. Cara super me identifiquei.
A mais ou menos duas semanas eu não consegui comer minha geléia na hora que eu queria, tive que esperar meu marido chegar pra abrir pra mim. Eu tentei de tudo faca, toalha, tapa no fundo pra tirar o ar, rodei pro lado e pro outro e nada. Como disse eu desisti.
Assim também com a Coca-cola quase todo dia. A lata do atum, caixa de leite, o ketchup, embalagens de massa fresca, em fim inúmeras coisas que eu não consigo abrir.
Temos que reclamar no PROCON, porque isso é uma enorme falta de respeito com nós consumidores. Pagamos o preço que nos é imposto, sem reclamar, e ainda temos dificuldades de abrir as embalagens e o pior correndo o risco de sofrer um acidente, se cortar, ferir, em fim.
Como Clarice Lispector escreveu, a gente se acostuma, mas, não deveria. É verdade a gente vive se acostumando a tudo que nos é imposto ou a que nos impomos isso tá errado. Já disse antes: Vamos nos rebelar!
Temos, imperativamente – uma ordem mesmo, que parar de nos acostumar. Abra as cortinas e as janelas sem medo da poeira ou dos raios de sol. Grite o que você acha que tá errado. Reclame mesmo.
Essa é a diferença entre os países de primeiro mundo e nós brasileiros, somos submissos e conformados com tudo, nos fizeram pensar que consumir é um favor ao empresário. Mas na verdade é o contrario, sempre termos opções de escolha para consumir um produto, a empresa é que precisa de nosso dinheiro para continuar a existir, se todos começarmos a reclamar ela não terá outra saída a não ser mudar e nos tratar de forma respeitosa.
Chega de ficar sendo mal atendido nas lojas por que as vendedoras estão todas conversando, de funcionários de mau humor e assim por diante.
Vamos todos nos tornar conscientes enquanto consumidor e gente.
6.13.2011
Oração a Santo Antônio
Oh! Santo Santo António, lírio dentre os santos, vosso amor a Deus e caridade por vossos irmãos, fez-vos digno, quando na terra, de possuir poderes milagrosos.
Incentivado por este pensamento, eu te imploro que obtenhas para mim (pedido).
Oh! gentil e amoroso Santo António, cujo coração estava sempre cheio de simpatia humana, faça meu pedido aos ouvidos do doce Menino Jesus, a quem carregastes com amor em vossos braços, e a gratidão meu coração entrego ao Menino Jesus, pelos beneficios que vos concedeu, oh! querido Santo Antônio.
Amém!
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